Mulheres que marcaram história na Diplomacia Brasileira
Maria José de Castro Rebello Mendes
Foi a primeira mulher a ingressar no serviço diplomático brasileiro
Aprovada em primeiro lugar no Concurso de 1918, apesar de o Ministério das Relações Exteriores ter rejeitado seu pedido de inscrição (decisão que foi posteriormente revogada com o auxílio do jurista Ruy Barbosa)
Sua chegada no Itamaraty causou muita polêmica na época promoveu a construção do primeiro banheiro femininoda instituição (Capraro, 2020)
Apesar da polêmica, Maria cumpriu 12 anos de serviço diplomático no Itamaraty (Santos, 2021)
Foi a primeira diplomata mulher a ser promovida a Ministra de Primeira Classe, em 1956.
No início da década de 1930, trabalhou em conferências internacionais em Genebra
Entre 1934 e 1936, foi secretária do Ministro de Estado das Relações Exteriores
Ingressou no Itamaraty em 13 de fevereiro de 1936, aprovada em concurso de títulos
Chefiou os seguintes postos no exterior: Consulado-Geral em Lisboa (1951-1956);Embaixada em Tel Aviv (1959-1961);Embaixada em São José (1961-1964);Delegação junto às Comunidades Econômicas Europeias em Bruxelas (1965-1969)
Em 2 de setembro de 1980, foi nomeada Terceira-Secretária da carreira de diplomata, tornando-se, aos 22 anos de idade, a primeira diplomata negra do Brasil
Iniciou sua carreira na Secretaria de Estado (SERE) onde trabalhou na Divisão de Passaportes, Assistente do Chefe e na Divisão de Privilégios e Imunidades
Foi Vice-cônsul do Consulado Brasileiro em Zurique em 1983
Desde 2018, é presidente da Associação e Sindicato dos Diplomatas Brasileiros
Foi a segunda mulher a chefiar a Missão do Brasil junto à União Europeia, e a primeira à frente do Consulado-Geral em Paris e da Embaixada em Bogotá, na primeira década do século XXI.
Empenhada na defesa de uma diplomacia profissional, moderna e de excelência
Autora da tese “Uma Política Brasileira para a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial”.
Em dezembro de 1987, tornou-se a primeira aluna do Instituto Rio Branco a alcançar o cargo de Embaixadora
Primeira mulher a ocupar a função de Diretora do Instituto Rio Branco
Foi Cônsul-geral do Brasil em Los Angeles (2005-2008) e Embaixadora na Federação Russa, com cumulatividade junto a Bielorrússia, Armênia, Geórgia e Cazaquistão (1995-2001), e na República da Áustria ( 1992-1994)
Representou o Brasil no seminário das Nações Unidas sobre a Participação das Mulheres na Vida Pública de Seus Países, em Moscou
Chefe da Assessoria Diplomática da Presidência da República durante os governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.
Defendeu, em 1984, sua tese do Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, intitulada “O Meio Ambiente dez anos após Estocolmo: a perspectiva brasileira”.
Chefiou, de forma pioneira, a Embaixada na Tailândia (com cumulatividade com Laos e Camboja), de 2018 a 2021; o Consulado-Geral em Nova York, de 2013 a 2018; e a Embaixada em Luanda, de 2010 a 2013
Chefe de Gabinete do Secretário-Geral das Relações Exteriores, em 2009 e 2010
Diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais, de 2006 a 2009
Autora da tese “A UNCTAD como foro das questões do comércio e do desenvolvimento no final do século XX - a participação brasileira”, um dos requisitos necessários para a ascensão funcional na carreira diplomática"
Embaixadora no Panamá, de 2018 a 2021, e Cônsul-Geral em Boston, de 2015 a 2018
Chefe de Gabinete da Secretaria Geral das Relações Exteriores, de 2013 a 2014 e em 2010
Diretora do Departamento deOrganismos Internacionais, de 2011 a 2013
Autora da tese “A busca de maior democratização das instâncias decisórias internacionais: o G-4 e a elusiva convergência com a África no processo de reforma do CSNU"
Serviu em missão permanente do Brasil junto às nações unidas (1997-2007), Embaixada em Buenos Aires (2000-2003) e Washington (2007-2013)
Foi assessora do Gabinete do Ministro de Estado das Relações exteriores (2003-2007) e assessora do diretor do departamento de organismos internacionais (1994- 1997)
De 2013 a 2016 foi Ministra Conselheira da Embaixada de Buenos Aires (2000-2003)
Autora da tese intitulada “Diplomacia e uso da força: os painéis do Iraque”
Atualmente trabalha no Escritório de Representação do Itamaraty no Rio de Janeiro
Foi embaixadora do Brasil na República do Zimbabwe (2011-2017) e posteriormente na República da Tunísia (2019-2021)
Realizou missões de caráter transitório em Singapura e Abdjian
Foi Cônsul-adjunta no Consulado-Geral em Buenos Aires (1992-1994) e trabalhou como Segunda Secretária na embaixada do Brasil em Pretória (1994-1997)
Em 1997, regressou a Brasília assumindo a função de Assessora na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e assessora no gabinete do Ministro de Ciência e Tecnologia.
Após quatro anos em Brasília, retornou a Buenos Aires como Consul-adjunta e, em 2005, foi transferida a Washington, onde trabalhou como membro da Missão do Brasil junto à Organização dos Estados Americanos até 2009
Autora da tese “O Papel do Itamaraty no Reconhecimento da Independência de Angola: recuperação da memória histórica”,
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